Caiu a noite, e ao deitar na cama, Ela sentiu saudades. Aquela noite ainda não havia abandonado sua memória, como era de se esperar.
O modo sutil que Ele a convidara para dirigir-se a um quarto, já teve efeito. O liquido de teor alcoólico 10% que minutos antes ingeriu, não fez que perdesse o controle da situação, de seus atos, e mesmo assim, Ela o seguiu, inebriada não pelo vinho, mas por aqueles olhos que a fascinaram. Ao entrarem Ele fechou a porta, trancou-a e Ela sentiu os lábios do rapaz, Ele a viu sorrir e também sorriu. Esse momento se repetiu continuamente durante toda a noite, como se fosse uma música com o botão do som “repeat” acionado. Ele olhava seu corpo, como ninguém fizera, com desejo, carinho, malicia, e curiosidade. Talvez pensasse “será que outro já a viu dessa forma?”. Ela transpirava os mesmos sentimentos (como era um momento tão novo, tão desconhecido!) e tinha os mesmos anseios, mas estava insegura. Não sabia se iria “evoluir” ali, como o rapaz desejava. Talvez Ela desejasse que acontecesse com outro. Alguém que amasse. Mas Ela estava ali. E Ele estava ali, amando seu corpo e descobrindo curvas e se perdendo na própria mente, porque Ela lhe impusera limites, que ele insistia em ultrapassar, mas Ela já havia tomado a decisão. Iria até onde o corpo quisesse desde que o coração permitisse. Se fosse além, quem sabe se arrependeria e seu coração só estava alertando. Obedeceu. Ali não havia mais nada. Só Ele, Ela, e o coração que mandava alertas a cada minuto. Naquela menina as vezes séria, outras, um tanto brincalhona, Ele agora, via uma mulher encantadora, feiticeira, que o fez querer que Ela não fosse embora. Ela o via com curiosidade, o inusitado estava ali. Era um nível que não havia alcançado antes. E Ele sabia. Tamanha a sede dele para com o corpo que tocava, fez que à despisse até que o coração dela mandasse outro pedido de socorro, fazendo que Ela segurasse as mãos dele, novamente. Ele contemplou o corpo que descobrira e beijou-a como nunca. Aquele tipo de relação era algo que surpreendeu seus pensamentos. Não precisava ir tão longe como as outras pessoas. Não precisava chegar ao fim. Ela descobriu que as possibilidades, para o prazer, eram inúmeras e gostou dessa possibilidade em sua vida. Dormiram abraçados, Ele e Ela. Aquecendo-se mutuamente. Ela também gostou disso, era tão aconchegante, que poderia continuar ali, se a vida lá fora fosse estagnada. Ele havia se viciado no perfume que ela usava, tantas vezes que percorreu pescoço e nuca. Ela havia se viciado no toque dele, tantas vezes se arrepiou com isso durante aquela noite. Assim, com saudade do sexo limitado que inventara, Ela dormiu, após uma insônia de lembranças, refletindo se queria ou não repetir o trago.
O modo sutil que Ele a convidara para dirigir-se a um quarto, já teve efeito. O liquido de teor alcoólico 10% que minutos antes ingeriu, não fez que perdesse o controle da situação, de seus atos, e mesmo assim, Ela o seguiu, inebriada não pelo vinho, mas por aqueles olhos que a fascinaram. Ao entrarem Ele fechou a porta, trancou-a e Ela sentiu os lábios do rapaz, Ele a viu sorrir e também sorriu. Esse momento se repetiu continuamente durante toda a noite, como se fosse uma música com o botão do som “repeat” acionado. Ele olhava seu corpo, como ninguém fizera, com desejo, carinho, malicia, e curiosidade. Talvez pensasse “será que outro já a viu dessa forma?”. Ela transpirava os mesmos sentimentos (como era um momento tão novo, tão desconhecido!) e tinha os mesmos anseios, mas estava insegura. Não sabia se iria “evoluir” ali, como o rapaz desejava. Talvez Ela desejasse que acontecesse com outro. Alguém que amasse. Mas Ela estava ali. E Ele estava ali, amando seu corpo e descobrindo curvas e se perdendo na própria mente, porque Ela lhe impusera limites, que ele insistia em ultrapassar, mas Ela já havia tomado a decisão. Iria até onde o corpo quisesse desde que o coração permitisse. Se fosse além, quem sabe se arrependeria e seu coração só estava alertando. Obedeceu. Ali não havia mais nada. Só Ele, Ela, e o coração que mandava alertas a cada minuto. Naquela menina as vezes séria, outras, um tanto brincalhona, Ele agora, via uma mulher encantadora, feiticeira, que o fez querer que Ela não fosse embora. Ela o via com curiosidade, o inusitado estava ali. Era um nível que não havia alcançado antes. E Ele sabia. Tamanha a sede dele para com o corpo que tocava, fez que à despisse até que o coração dela mandasse outro pedido de socorro, fazendo que Ela segurasse as mãos dele, novamente. Ele contemplou o corpo que descobrira e beijou-a como nunca. Aquele tipo de relação era algo que surpreendeu seus pensamentos. Não precisava ir tão longe como as outras pessoas. Não precisava chegar ao fim. Ela descobriu que as possibilidades, para o prazer, eram inúmeras e gostou dessa possibilidade em sua vida. Dormiram abraçados, Ele e Ela. Aquecendo-se mutuamente. Ela também gostou disso, era tão aconchegante, que poderia continuar ali, se a vida lá fora fosse estagnada. Ele havia se viciado no perfume que ela usava, tantas vezes que percorreu pescoço e nuca. Ela havia se viciado no toque dele, tantas vezes se arrepiou com isso durante aquela noite. Assim, com saudade do sexo limitado que inventara, Ela dormiu, após uma insônia de lembranças, refletindo se queria ou não repetir o trago.
PRimeirão comentando...
ResponderExcluir(agora nem sei o que dizer, droga)
mas assim, adorei o jeito que voce escreve, parece uma conversa calma,as palavras sao bem colocadas e a gente viaja, interpretando talvez ate de um jeito diferente...
vou voltar mais vezes
;****
uuuuiii loucura loucura looooucura amiga hsuiahisuah... ficooo foda!
ResponderExcluirtá lindo o seu texto Leninha, tbm tô fazendo um blog, alguns dos textos que tenho escrito são parecidos com o seu, escrito na terceira pessoa, sobre o ponto de vista de uma mulher. Quando começar a publicar os textos te mando o link. beijo
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