Caiu a noite, e ao deitar na cama, Ela sentiu saudades. Aquela noite ainda não havia abandonado sua memória, como era de se esperar. O modo sutil que Ele a convidara para dirigir-se a um quarto, já teve efeito. O liquido de teor alcoólico 10% que minutos antes ingeriu, não fez que perdesse o controle da situação, de seus atos, e mesmo assim, Ela o seguiu, inebriada não pelo vinho, mas por aqueles olhos que a fascinaram. Ao entrarem Ele fechou a porta, trancou-a e Ela sentiu os lábios do rapaz, Ele a viu sorrir e também sorriu . Esse momento se repetiu continuamente durante toda a noite, como se fosse uma música com o botão do som “repeat” acionado. Ele olhava seu corpo, como ninguém fizera, com desejo, carinho, malicia, e curiosidade. Talvez pensasse “será que outro já a viu dessa forma?”. Ela transpirava os mesmos sentimentos (como era um momento tão novo, tão desconhecido!) e tinha os mesmos anseios, mas estava insegura. Não sabia se iria “evoluir” ali, como o rapaz desejava. Talve...