from pixabay of Alexas_Fotos Deleitar-se com o momento sublime da existência. A conexão entre duas almas famintas, sedentas. De tudo o que não se viveu ou sentiu. Estar à espera do enlace fatal e trepidante. O estar, letargia, tremos das mãos, do corpo, quando os poros exalam quase que um mútuo ascentimento de que aquele momento, o ápice, foi fundamental. Conheceu-se, então, os pensamentos do outro ser ali inerte agora. Desejo realizado, sentiu-se completo, como outrora não. E a tentativa de suprir todas aquelas ansias, agora com as mesmas mãos que se fez, agora com a mesma boca que dantes ardia em fogo, agora com os mesmos olhos que dantes procuravam cura. Agora tudo volta à morte da inércia. Agora tudo volta ao tédio. E quando a distância for tão grande que for chamada de complexa, quando as medidas forem levadas à questionamento, quando tudo for levado à público, então, nesse dia, não existirão mais tremores, sentimentos, vontades alem dos seu opostos negros. A...