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Mostrando postagens de junho, 2010

Tudo isso

É que um momento desses me destrói. Todas as paredes, muros e grades - que construí aos poucos pra esconder tudo isso que sentia - vão caindo tão rápido. E cada toque de brincadeira que você faz, provoca um terremoto em mim. E cada vez que isso acontece, eu me obrigo a não pensar nos pêlos do meu braço se arrepiando , e que pra minha boca tocar a sua, eu só preciso me mover alguns centímetros no espaço entre o meu mundo e o seu. E eu me obrigo a não querer misturar o seu mundo com o meu. E quando você chegar mais perto pra me beijar, de brincadeira, é claro, eu digo que não, não pode beijar. E penso que tenho que não beijar agora pra não chorar depois. Porque se agora estamos juntos e acontece o beijo, quando eu tiver ido embora, me surgem lágrimas. Porque o depois é sempre mais dificil e triste. Eu sei bem o motivo. Não preciso de explicações. E eu ja demorei tanto pra me proteger de tudo isso e você vêm assim tão sem jeito, assim de lado, tão mansinho, pra conversar. E eu tenho ...

Procura-se Jhon

Havia um rapaz que vestia preto quase todos os dias, mochila, tênis, tinha a pele branca, o rosto anda com marcas da adolescência, cabelos pretos cacheados, aproximadamente 1,70 de altura. Sentava no fundo da sala de aula, e quase não falava. Lembra muito o Vagner Moura. Provável que more no continente. Certo dia foi de grande ajuda na aula de português. Não o esqueço por mais que o tempo passe. Jhon, onde está você?